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Futsal


Numa fase da época em que já se realizaram metade dos jogos para o Campeonato Distrital de futsal sénior de Portalegre, lançamos o convite ao Mister Luís Costa (GD Arenense) para nos contar como está a decorrer o Campeonato Distrital e se os resultados até agora alcançados pela sua equipa, estão em linha com os objetivos delineados até final da época.
 
  Os objectivos propostos pela direcção foram colocados de uma forma relativa, ou seja incidiram especialmente na vertente motivacional do grupo de trabalho, tais como as relações interpessoais, no prazer em jogar futsal e em honrar o bom nome do clube. Adjacente a estes objectivos como não poderia deixar de ser, passa por atingirmos a melhor classificação possível, tendo em vista melhorar o terceiro lugar atingido no ano transacto.
  Dentro destes pressupostos, encontramo-nos neste momento balizados dentro daquilo que nos foi designado.
  Já no que diz respeito aos objectivos idealizados por mim, tenho que admitir que já falhei um, com o afastamento prematuro da disputa pela taça da Associação de Futebol de Portalegre.
  Relativamente ao campeonato estamos dentro daquilo que inicialmente perspectivei, ocupando à 7ª jornada o segundo posto da tabela classificativa.
 
 
Como decorreram os preparativos para a época e qual a importância da realização do Torneiro de Abertura?
 
  Tenho para mim uma linha orientadora sobre a forma como estou no futsal “Não planear é preparar o caminho para o fracasso”
  De acordo com a minha metodologia de treino, as pré-épocas assumem-se como uma importante fase que considero, preponderante para encararmos a época da melhor forma.
  Neste contexto iniciámos este período com mês e meio antecedente ao primeiro jogo do torneio de abertura. Este ano contrariamente à estratégia implementada no ano anterior, realizámos jogos de preparação na sua grande maioria com equipas não pertencentes ao nosso campeonato, o que nos fez crescer não só ao nível físico, técnico-táctico mas também ao nível da experiência propriamente dita adquirida com equipas com valor superior ao do nosso distrital. Não quero contudo dizer que o nosso distrital é fraco, até por que está a crescer sobretudo no plano técnico-táctico o que é muito bom, tornando o campeonato mais competitivo. Em campeonatos com um número de equipas tão reduzido como é o caso do nosso a margem de manobra torna-se reduzida, e um mau resultado pode fazer toda a diferença nas contas finais.
  O torneio de abertura serviu essencialmente para conhecermos melhor os plantéis das equipas que iriamos defrontar no decorrer do campeonato.
 
 
Sendo esta a segunda época em que existe futsal federado em Santo António das Areias, qual o impacto sentido junto da população local? E quais os apoios que têm tido?
 
  A população desde o primeiro momento em que o futsal foi uma realidade em Santo António das Areias, compareceu sempre em grande número aos nossos jogos, tanto em casa como fora.
  Transmitindo á equipa um enorme estímulo naquilo que é o seu desempenho dentro da quadra.
  Para cimentar todo o entusiamo em redor da equipa foi inclusivamente criada uma claque, intitulada “Brigada Arenense”.
  Já no que diz respeito aos apoios, não posso ser tão optimista, uma vez que por força do actual momento em que vivemos, estes em relação ao ano anterior reduziram-se substancialmente.
 
 
Sendo Professor de Educação Física, acha que pode acrescentar mais qualquer coisa à modalidade?
 
  O Professor de Educação Física é muitas vezes comparado ao médico de medicina geral. Ou seja, tem conhecimento elevado de todas a modalidades, mas sem especialização em nenhuma delas.
  Desde a minha formação como atleta que joguei futebol e por esse motivo, tirei o curso de treinador de futebol na Associação de Futebol de Portalegre, como o objectivo de continuar ligado à modalidade após o término da carreira como jogador. Como nem tudo se desenrola tal como perspectivamos e também por ter um bom desempenho na modalidade de futsal, fui convidado para jogar na equipa de futsal do Portalegrense no seu primeiro ano de futsal sénior.
  No ano seguinte fui convidado para “mister” da equipa o que me obrigou a alargar os horizontes futsalistas e mergulhar na imensidão do futsal. Não foi fácil, porque o futsal ao contrário do que se pensa é uma modalidade extremamente complexa.
  Após alguns anos, voltei a ser convidado para ser treinador, mais uma vez de uma equipa que iria participar pela primeira vez no campeonato distrital, desta vez na minha terra, onde assumi a posição de técnico da equipa do Grupo Desportivo Arenense.
  Tal como acontece com a carta de condução, onde frequentemente se ouve dizer que após a emissão do título, nos dão as ferramentas depois só temos que praticar. Voltando à sua questão inicial, podemos fazer o mesmo paralelismo em relação à carta de condução, ou seja, a licenciatura em Educação Física dá-nos as bases fundamentais do desporto e das modalidades, depois temos que ser nós a fazer todo o trabalho de pesquisa e de aprofundamento das modalidades.
 
 
Que sugestões apontas como necessárias para o desenvolvimento do futsal, no distrito de Portalegre?
 
  Sugiro que os clubes do distrito de Portalegre apostem cada vez mais na formação do futsal, para que este tenha um crescimento sustentado.
Depois torna-se o efeito bola de neve, mais equipas de formação, mais escalões, mais competitivos se tornam os campeonatos, logo mais desenvolvido e rico fica o futsal praticado no nosso distrito.
  Este desenvolvimento sequencial obrigatoriamente levará a que tenham que surgir mais árbitros exclusivos criados para o futsal e que também estes tenham um crescimento sustentado a partir dos escalões de formação. Uma vez que estamos neste ponto, considero também fundamental para o crescimento da modalidade a existência de cronometristas em abono da verdade desportiva.
  No que diz respeito à nossa Associação de Futebol, acho que esta, também tem um papel preponderante no desenvolvimento da modalidade e neste contexto acho importante baixarem custos, não só referente aos cursos de treinadores, para oferecer a possibilidade a muitas mais pessoas de aprenderem sobre esta maravilhosa modalidade, como também baixarem os custos de inscrição por cada jogador.
 

Futsal


  Para este próximo fim de semana, está previsto o início do Campeonato Distrital de Futsal  Sénior - AF Portalegre. Convidamos o mister Miguel Rodrigues ( SC Estrela ) para fazer um comentário sobre os objetivos a atingir pela secção de futsal do Clube (seniores e formação), e ainda a opinião sobre os clubes adversários para esta época 2013/14, a Associação de Futebol de Portalegre (calendarização, torneio de abertura,...) e as Seleções Distritais.
 
  "O Sport Clube Estrela no passado iniciou de novo a modalidade de futsal com o escalão de formação de Juvenis.
  Metade desses jogadores eram de 1º ano e a outra metade de 2º ano, assim para dar continuidade à formação dos jogadores, era imperativo ter o escalão de juniores no presente ano.
  Reuni com o SCE e fiz-lhes ver que era bom que este ano o futsal crescesse de acordo com os jogadores que tínhamos, ou seja, ter uma equipa de juniores e para nos prepararmos para o futuro, ter uma equipa de seniores. A vontade do SCE também era essa, de ter uma equipa no escalão sénior de futsal, e assim foi mais fácil conseguir já este ano a equipa de seniores.

  Neste momento, temos os três escalões , juvenis, juniores e seniores, e só não entrámos no escalão de iniciados, porque a autarquia não tem infraestruturas (pavilhão) para podermos treinar.
  Os tempos que nos foram atribuídos no pavilhão municipal, não são os que pretendia, principalmente nos escalões de formação, mas após alguns reajustes por parte da autarquia, já conseguimos mais algum tempo para treinar. Os tempos dos seniores, são suficiente, embora com horas tardias, em que os treinos terminar às 23:30h.

  No Torneio de Abertura de juvenis, a equipa do SCE ficou em 4º e ultimo lugar. No escalão de juniores a equipa do SCE ficou em 2º lugar, de quatro equipas, e no escalão sénior, ficámos em 3º lugar de oito equipas. Foi uma boa ideia por parte da AFP este Torneio de Abertura, porque dá aos clubes uma maior quantidade de jogos a efetuar no decorrer de uma época desportiva. No meu entender, e uma vez que tanto nos juvenis como nos juniores só existem 4 equipas, deveria haver um torneio de encerramento com outras equipas de um distrito adjacente, para que os atletas possam evoluir e conhecer outras realidades.

  Os objetivos traçados por mim e pela direção do SCE, são tentar a melhor classificação possível nos campeonatos, tentar ir o mais longe possível nas taças,  e a taça de disciplina em todos os escalões.
  Saliento que no ano passado conseguimos ganhar a taça de disciplina nos juvenis, sem qualquer cartão.

  Em relação ao campeonato de seniores, embora não conheça todas as equipas, mas em meu entender existem duas equipas que podem discutir o campeonato, a Associação sou jovem, e o GD Arenense. Existem outras equipas que poderão intrometer-se na luta, mas que em meu entender não têm argumentos para serem campeões. Penso que este campeonato vai ser mais nivelado do que em anos anteriores, existem várias equipas que podem surpreender e assim o campeonato irá ser mais emocionante.

  Em relação às seleções da AFP, penso que estão a agir de uma forma correta, ou seja, dão oportunidade  a todos os clubes de indicarem os seus jogadores, e depois fazem treinos para os observar antes de irem para os campeonatos inter-associações."

Um abraço,
Miguel Rodrigues

Futebol



Em vésperas de se iniciar a “segunda volta” do Campeonato Nacional de Seniores – Série G, convidamos o Mister Emanuel Baleizão (O Elvas CAD) para fazer um balanço da época desportiva já percorrida...
 
  “Terminada a primeira volta da 1ª fase da Série G do novo Campeonato Nacional de Seniores, o meu balanço é francamente positivo, atendendo a que estamos em 7º lugar com 10 pontos, o que garantia a manutenção nas provas nacionais se terminasse hoje a prova.
  Importa perceber a dificuldade do nosso trabalho num primeiro momento para a constituição do plantel face ao reduzido orçamento para mesmo e depois a preparação qualitativa da equipa tendo em conta adaptá-la ao patamar competitivo em que está inserido.

O nosso período pré competitivo foi bastante íngreme, com vista a fazer evoluir a equipa, onde sentimos enormes dificuldades para fazer face a equipas da mesma divisão. Nesse sentido, começámos os jogos oficiais com 3 derrotas, pese embora a boa réplica dada pela equipa, ficando um enorme amargo de boca pela eliminação na 1ª eliminatória da Taça de Portugal, diante do Barreirense, no prolongamento, face à injustiça da mesma.
  Depois deste período menos bom, arrancámos para 4 jogos onde conquistámos 9 pontos, com vitórias nos últimos minutos diante do Futebol Benfica e Praiense no Domingos Patalino e a única vitória fora de portas diante do Sintrense, num jogo pleno de competência. Pelo meio, fomos derrotados pelo líder da prova, nos Açores, por uma bola a zero.
  Até final da 1ª volta, o melhor que conseguimos foi um empate a um, contra o GS Loures, uma das equipas candidatas a ficar nos 2 primeiros lugares da pauta classificativa. As goleadas no terreno do Casa Pia e do Sp. Ideal, são digamos que uma das poucas faces negativas desta primeira volta de competição. 
  Julgo que a grande discrepância entre o nosso número de golos marcados (9) e sofridos (23), deve-se sobretudo a procurarmos jogar o jogo pelo jogo com as equipas adversárias, sobretudo quando estamos em desvantagem no marcador, com a clara intenção de fazermos pontos, pois sabemos a principal importância que é levar o maior número de pontos para a 2ª fase da competição.

  Até finais de Janeiro, sabemos as dificuldades com que nos vamos deparar, mas estamos confiantes e motivados pois sabemos a força, união e amizade do grupo de trabalho, com vista a procurar fazer das fraquezas, forças.
  Sou um treinador muito feliz, pois ter jogadores que quando nos deslocamos aos Açores, chegam a Elvas às 4 horas da manhã e pouco depois apresentam-se na sua atividade profissional, guardando ainda vontade, qualidade e intensidade para o processo de treino semanal, então posso dormir bem descansado, pois seguramente no momento da verdade (leia-se 2ª fase), tudo isto virá ao de cima, tendendo para nós a sorte inerente a este jogo.”
 
Um abraço
Emanuel Baleizão

Futebol


Em vésperas de se iniciar o Campeonato Distrital de futebol sénior – AF de Portalegre, convidamos o Mister Hugo Paínho (ADL O Condestável) para nos dar sua opinião e antevisão sobre a competição...

- a sua opinião sobre a novidade da presente época 2013/14 - a realização de um Torneio de Abertura. E que influência julga que vai ter em termos competitivos do Campeonato Distrital?

Tenho uma opinião um pouco dividida em relação a este assunto, e passo a explicar:
 Se por um lado acho interessante, e dado que temos poucas equipas inscritas, foi encontrada aqui uma forma de não estarmos tantos meses sem competição e preencher cerca de mês e meio com jogos, por outro lado e em relação ao meu trabalho em concreto, não foi de todo uma mais-valia, e isto porque já tínhamos a pré-temporada definida, com 8 jogos amigáveis, com mês e meio de período pré-competitivo, e todo um trabalho tendo em vista o início do campeonato no inicio de Outubro…e a informação deste Torneio de Abertura peca por tardia (atenção que não aponto o dedo a ninguém, pois sei das eleições e da tomada de posse da nova direção da AF Portalegre muito em cima do inicio da época), mas como por certo me entende, esta alteração mexeu com as minhas estratégias e principalmente metodologias, pois estamos perante atletas amadores e temos aqui que saber gerir um grupo de uma forma correta e homogénea conforme os timings que definimos.
Portanto, e concluindo, pode ser uma boa ideia sim dada a conjuntura, mas este tipo de decisões terá que ser sempre com a devida antecedência, para bem de quem gosta de fazer um trabalho planificado e orientado.
 
 
- Que ilações tirou da sua equipa, após esta "pré-época"?
 
Estou bastante satisfeito com a entrega e determinação deste grupo (outra coisa não esperava), somos hoje uma equipa mais adulta, com um superior conhecimento de cada um, das nossas forças e fraquezas, e penso estarem reunidas as condições para que, e aprendendo com os erros do passado e com espirito de melhorar e querer sempre mais, esta “pré-época” nos ajude a fazer um bom campeonato.
 
 
- Pelo terceiro ano no comando técnico da ADL O Condestável, que classificação final aspira?
 
Tenho afirmado desde o início que tudo começou do zero, literalmente do zero, e o nosso caminho tem vindo a ser trilhado sempre em crescendo… Por isso o objetivo é só um: Fazer Melhor!
Fazer melhor em cada palestra, em cada treino, em cada jogo, em cada época… Não termos medo de assumir que queremos mais, sempre mais, e que não há limite para a nossa ambição, até porque, e como digo aos meus atletas, quem trabalha como eles de forma séria e honesta, empenhados e imbuídos num espirito de amizade e equipa, só pode aspirar a conseguir sempre mais e melhor!
Portanto, e embora a classificação interesse e seja esta que fique nos registos, mais importante é trilharmos caminho para que essas classificações sejam sempre as melhores e deixar uma via limpa, livre e bem definida para que o futuro da ADL “O Condestável” seja uma realidade positiva. É esta a minha maneira de encarar o futebol, o desporto e o associativismo em si.
 
 
- Na sua opinião, quem são os favoritos ao Titulo de Campeão Distrital 2013/14?
 
É claro que o Elétrico pelo seu historial e bases dum passado recente, assim como o Gafetense por tudo o que já fez esta época, são os grandes candidatos ao título final. Mas não queria deixar aqui de afirmar que, e segundo o que já vimos no torneio de abertura, todas as equipas se mostram bastante fortes, organizadas e que não será fácil a ninguém levar os 3 pontos semana após semana… penso que iremos ter um belíssimo distrital!
 
 
- Que opinião tem sobre a reformulação do Campeonato da 3.ª Divisão Nacional?
 
Mais cedo ou mais tarde algo tinha que ser feito…mas a verdade é que os clubes do interior, especificamente os do Alentejo irão ter cada vez mais dificuldade em se afirmar a nível nacional. Não basta serem “bons” no distrital, terão que ser “enormes” a nível nacional, e isto não só dentro de campo, não só a equipa, mas toda uma estrutura e um alicerce que terá de ser muito competente e ter, naturalmente, muitos apoios.
 
 
- Em relação ao projecto Escola Academia Sporting de Sousel, a que está associado, que aceitação está a ter junto da comunidade? E em termos práticos, que retorno desportivo está a ser alcançado?
 
Aqui sim, falamos de algo grandioso…penso mesmo que a maioria das pessoas ainda não percebeu a importância de estar em Sousel, no nosso Alentejo, no nosso Distrito, a ÚNICA Escola Academia Sporting do interior do país!
O Sporting CP previa uma adesão de 60 a 80 atletas no primeiro ano (segundo o seu estudo de mercado) e nós tivemos nada mais, nada menos de 112 crianças… só estes números já respondem a muitas questões e dúvidas que poderiam existir em relação ao projeto. Depois a base de conhecimentos que nos tem sido transmitida, a evolução dos nossos atletas, quer a nível técnico e tático da modalidade, mas principalmente a nível social e humano, e toda uma forma diferente de ver e encarar o futebol de formação são motivo de orgulho desta associação.
Penso não exagerar ao dizer (e como coordenador técnico é esta a palavra que passo aos encarregados de educação dos atletas) “há uma era desportiva em Sousel antes da EAS-Sousel, e uma depois…e esta nova era é anos-luz melhor e mais evoluída que a anterior!

 
 

Futsal

Numa fase em que já tiveram início as competições oficias de futsal sénior feminino, na AF de Évora, convidamos o Mister Luís Papança (AAU Évora) a apresentar o seu plantel e os objetivos a alcançar para a nova época 2013-14.

Quem é a AAUE versão 2013/2014, perspectivas e objectivos

A equipa de futsal da AAUE é uma grande família que vive o futsal de forma única, é composto por um grupo de atletas e corpo técnico que de forma graciosa representa Évora não só no País como também no estrangeiro, tanto a nível universitário como federativo. Esta época o grupo é maior assim como as suas ambições, temos para além de um corpo técnico composto por 2 diretores e 4 treinadores um plantel de 21 atletas, de novo à a registar a entrada de duas atletas ex: Almansor que vieram trazer mais um reforço qualitativo à equipa.A época de 2013-2014 vai ser recheada de jogos e iremos disputar diversas provas (Taça de Évora e Campeonato Distrital, Taça de Portugal, Torneios Universitário ) que em caso de vitória poderão dar entrada para mais duas provas (Taça Nacional e Fase Final do Campeonato Universitário), se por um lado a equipa pretende voltar a vencer o campeonato e a taça distrital por outro lado pretende ficar nos 3 primeiros lugares a nível universitário, após o 5º lugar da época anterior e lutar pelo título, na Taça de Portugal queremos ir o mais longe possível dependendo sempre da sorte. São estas as nossas ambições e não podemos negar que seremos o alvo a abater pois a equipa é composta em 90% por atletas que carregam o peso de não perder em competições distritais desde março de 2008, assim como o facto de desde essa data terem vencido todas as competições disputadas a nível distrital.

A pré-época este ano foi muito forte já a preparar a difícil época que ai vem.


Campeonato Distrital

Este ano apenas com 8 equipas todas da A.F. Évora, os candidatos somos nós mas há duas equipas que ambicionam chegar ao título apesar de não o manifestarem, são elas o Barbus e o Almansor, quanto ao resto temos curiosidade em ver como vão evoluir o Pavia, Alcáçovas e Núcleo Sportinguista de Vendas Novas, Perolivense e Redondense disputarão certamente o fundo da tabela, será portanto um campeonato a três na luta pelo título e as outras 5 a disputar entre si os restantes lugares. 

Plantel 2013-2014

Treinador Principal: Luis Papança (Treinador Grau III)

Treinador adjunto: José Caixa (Treinador Grau I)

Treinador adjunto: António Grilo (estudante do Curso de Desporto da AAUE)

Treinador de Guarda-Redes: Ruí Madaíl (estudante do Curso de Informátia da AAUE)

Jogadoras de campo: Ana Grenha, Leila Sezões, Ângela Lameiro, Jéssica Abrantes, Joana Jacinto, Inês Marques, Ana Mendonça, Joana Nabo, Íris Correia, Ana Covas, Lucélia Caisto, Daniela Ribeiro, Ana Vidal, Marisa Santos, Ana Machado, Cláudia Tecedeiro, Patricia Arromba, Nicole Eloi, Ofélia Sequeira, Rita Tojo e Filipa Ramos.

Jogo(s) do dia 19 outubro 2013


 
Taça de Portugal  -  3.ª Eliminatória  -  Seniores
Estádio Municipal de Portalegre
 
GDR Gafetense  0  -  SC Braga  2
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Edinho (44') e Rafa (66')
 
 
Comentário ao jogo pelo Mister Pedro Canário (GDR Gafetense): "Foi uma semana que não iremos esquecer certamente, todos os dias com jornais e televisão nos treinos, prémio mais que merecido para o nosso grupo.
 O jogo correu da forma como esperávamos, um Braga a assumir o jogo e um Gafetense bem organizado sempre na procura de espaço nas costas da defesa do Braga para contra atacar.
 Chegamos algumas vezes com perigo á área do Braga, deixamos o adversário nervoso em certos momentos do jogo.
 Chega o minuto 44...
 Pena o lance do penálti... não me pareceu suficiente o toque do Delvany sobre o Edinho.
 Chegar ao intervalo com o 0-0, o jogo poderia ter outro desfecho.
 Na segunda parte sabia que o cansaço iria chegar, um jogo com outro ritmo, os nosso jogadores mais desgastados, mas conseguimos manter a estrutura sólida e só sofremos um golo.
 Os meus jogadores estão de parabéns, conseguiram levar bem alto o nome do GDR Gafetense, e conseguimos deixar uma boa imagem do futebol distrital de Portalegre."
 


Comentário ao jogo por Ricardo Afonso (GDR Gafetense): "Sobre a participação na taça acho que foi muito boa, pois ninguém estava a espera de que conseguíssemos chegar à 3ª eliminatória, mas nós acreditamos, e com grande espirito de grupo (jogadores/direção/treinadores)  conseguimos.

Em relação ao jogo com o Braga, as diferenças  são muito grandes, mas mesmo assim nos unimos mais uma vez para tentar conseguir um bom resultado, e acho que o conseguimos fazer dentro do que era possível. Pois era o Braga, uma equipa de topo do futebol Português. As diferenças eram muito evidentes especialmente em relação ao ritmo de jogo que era muito elevado e não resistimos. Mas também o Braga teve a vida mais facilitada com o penalti mesmo em cima do intervalo. Mesmo assim continuamos com o nosso jogo e mostramos que temos muito valor. E que é possível um grupo de bons amigos chegar longe. É pena é as condições de treino não serem as melhores, mas temos de nos aguentar com o que temos, pois o campo pelado e os balneários muito pequenos não ajudam em nada as nossas tarefas desportivas."



 
Ler + informação em:
 
 
 
 
 
 
 
 
Campeonato Nacional 3.ª Divisão - Série C  -  Seniores  -  4.ª jornada
 
Eléctrico FC  3  -  ADR Retaxo  2
 
ACD Belhó e Raposeira  3  -  CQC Quiaios  6
Ao intervalo: 1-1
Para ler + sobre este jogo, aceder ao site ACD Belhó e Raposeira
Para visualizar imagens deste jogo, aceder ao site Elvas News
 
 
 
 
Campeonato Distrital AF Aveiro  -  Juniores  -  Zona Norte  -  5.ª jornada
 
GRC Dínamo Sanjoanense  4  -  Futsal Clube de Azeméis  1
Ao intervalo: 2-0
 
 
 
 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Campeonato Distrital AF Aveiro  -  Seniores  -  1.ª Divisão  -  3.ª jornada
 
GRC Dínamo Sanjoanense  6 -  Casa Povo de Esgueira  3
Ao intervalo: 3-0
 
 



 

 

 

 
 
 
 
 
 
 

Futebol


Em contagem decrescente para um grande jogo de futebol, da Taça de Portugal - 3.ª Eliminatória, convidamos o Mister Pedro Canário (GDR Gafetense) a tecer um comentário, de antevisão ao jogo com o SC Braga.

"...quero que os jogadores desfrutem ao máximo deste prémio que é mais que justo.
Tem sido uma semana em que todos os dias fomos visitados por jornais, revistas e televisão. São momentos que certamente ficarão gravados nas nossas memorias.
 Vou ter pena de não poderem participar todos os jogadores neste jogo, alguns vão ficar de fora e vai-me custar muito.
 Quanto ao jogo, tudo pode acontecer, o futebol não é matemática e as surpresas muitas vezes acontecem."

Futsal


A época oficial de futsal sénior 2013/14 para as equipas do distrito de Portalegre que vão participar em competições nacionais, está quase a começar. Já são conhecidos os calendários de jogos para o Campeonato e Taça de Portugal.
Fomos ao encontro de atletas de futsal que passaram pelo nosso distrital e que agora têm (ou vão ter) a experiência de jogar no Campeonato Nacional…

Daniel Filipe Lopes Ramalhete, tem 22 anos, é natural de Nisa, e pratica o futsal desde da época 2007/2008. Já representou o Nisa Futsal Clube por 5 épocas e na época transata esteve integrado no plantel da Caldas SC – 3.ª Divisão Nacional.


Como descreves a tua participação na competição nacional?
Em duas palavras descrevo a minha participação na competição nacional como de curta e positiva. Numa fase inicial foi complicado, tive que me adaptar a uma nova equipa, a uma nova realidade, era tudo diferente do que estava habituado, pois nunca tal tinha jogado em nenhuma equipa fora de Nisa, sempre preferi jogar nos clubes da terra, mas oportunidades destas não surgem todos os dias e tinha que aceitar este desafio e não me arrependo de o ter feito.
Tal como referi a adaptação não foi fácil, era tudo diferente, não conhecia ninguém, nem sequer as instalações do clube eu conhecia, conhecia apenas um pouco da cidade, e era mal, até me enganei no caminho no primeiro treino, mas depressa me adaptei ao grupo, era um grupo fantástico cheio de jogadores experientes. Inicialmente custou um pouco, treinos duros a mais de 30km de casa (pois morava em Peniche, cidade onde estudo), chegar a casa sempre depois da meia-noite, cansado, ainda por jantar, e muitas vezes desiludido comigo próprio, com a minha prestação no treino, pois ali pequenos erros já não eram admitidos, mas sempre com vontade que viesse o próximo treino para tentar melhorar e para aprender mais.

A pré época correu bem, muitos jogos, na maioria das vezes mais do que um jogo por fim de semana, o que é bastante positivo, serve para ganhar ritmo, e torna a adaptação dos jogadores novos à equipa e aos modelos de jogo mais fácil, mas também é um pouco cansativo, pois o ritmo é muito elevado. Quando começou os jogos oficiais é que as coisas a nível pessoal ficaram um pouco mais complicadas, enquanto lá estive, fiz sempre parte da convocatória, mas nalguns jogos fui um mero espectador no banco de suplentes, coisa que nenhum jogador gosta, como é claro, pois falo por mim estou sempre desejoso de ser chamado e tentar ajudar a equipa, mas acima de tudo respeitei sempre o treinador e as suas opções e como é lógico compreendo-as, e sempre que fui chamado dei o máximo em prólogo da equipa. Infelizmente não terminei a época, só cumpri cerca da 1ª volta do campeonato, pois tive um acidente automóvel ficando assim impossibilitado de comparecer aos treinos e aos jogos, é que devido a esse acidente fiquei sem viatura, que era o meu meio de transporte para as Caldas da Rainha.

Apesar de curta foi uma experiência muito positiva, onde aprendi muito, pois tive a sorte de ingressar numa grande equipa, cheia de bons jogadores e com um excelente treinador, não poderia também falar da minha experiência no Caldas sem referir uma pessoa, o Ricardo Lucas, dirigente do clube que desde de cedo deu para perceber que é uma excelente pessoa e que trabalha muito em função do clube, faz tudo o que está ao seu alcance para que os jogadores se sintam em casa.
Em suma, devo de dizer que o que mais me agradou nesta experiência foi o facto de ser algo novo ao que estava habituado, jogar com jogadores bastante experientes com muito para ensinar, competir num campeonato nacional e na taça de Portugal, a intensidade dos treinos, as longas deslocações etc. Foi uma boa experiência, no qual apesar de ter sido curta, foi bastante positiva, onde aprendi e acho que melhorei como jogador e como pessoa e apesar de parecer ter sido um “ano perdido” nalguns aspetos não me arrependo de ter tomado essa decisão e é com orgulho que fiz parte do plantel do Caldas Sport Clube na época passada.


Que evolução sentes ter adquirido após esta experiência?
Sinto que melhorei bastante, cresci como jogador e vi realmente o que é o futsal, pois apesar de termos muito bons jogadores na nossa distrital sinto que estamos ainda muito distante daquilo que se pretende numa competição nacional.
Como jogador sentia que estava um pouco estagnado, não estava a evoluir, pois como sou estudante em Peniche apesar de jogar no Nisa Futsal Clube era raro treinar, só o conseguia fazer mesmo durante as férias do Natal e Páscoa e assim era complicado evoluir. Ali tive uma oportunidade, pois 3 treinos semanais muito intensos, com bons jogadores e com um treinador muito experiente, o Mister Gabriel Fernandes no qual agradeço imenso por tudo o que me ensinou no pouco tempo que trabalhei com ele, sempre foi bastante prestável e compreensível nos meus erros pessoais, aprendi muito com ele e estou-lhe grato por isso.

Ali os treinos eram muito intensos, e tínhamos que dar o máximo pois era um grupo muito forte e havia alguma competitividade, o que era positivo, fazia-nos dar o “litro” em todos os treinos, tínhamos de lutar por um lugar na equipa, tínhamos que lutar para jogar o que de certa forma faz com que melhoremos como jogadores.

Esta experiência fez-me também crescer como pessoa, uma nova “realidade”, num sítio desconhecido, com pessoas desconhecidas, longe de casa, longe da família e namorada, onde nalguns fins-de-semana abdicava de ir a casa, de estar com eles para ficar e jogar mas nem sempre era assim, algumas vezes ficava para jogar e não chegava a entrar sequer, e admito que isso era o que mais me custava, pensei em desistir algumas vezes, e digo-o sem vergonha, pois estava apenas a ver a namorada e família muitas poucas vezes e quando ia a casa, era sábado depois do jogo, ou seja, chegava a casa de noite e domingos ia embora, eram visitas relâmpagos, fez-me crescer, tomar decisões e opções e no fundo não me arrependo de as ter tomado assim, apenas tenho pena de não ter tido a possibilidade de continuar no plantel na 2º metade da época, pois penso que iria crescer ainda muito mais nos diversos níveis, sinto que quando estava totalmente integrado nos sistemas de jogos e na equipa é que fui obrigado a parar pelos piores motivos.


Que diferenças e pontos em comum, encontras entre o n/ distrital e a competição nacional?
Existem muitas diferenças, mas a principal e a que se realça mais é a intensidade do jogo, a forma de como o jogo é vivido, parece que nunca há cansaço, o último minuto é jogado como se fosse o primeiro, o ritmo é impressionante. O campo de jogo parece que encurta, dificilmente se encontra espaço para jogar, não se consegue ter a bola muito tempo nos pés, e se o fizermos, depressa somos “abafados” pelos adversários, principalmente no meio campo adversário, onde a pressão é enorme, não existe tempo para pensar, tem que se agir rapidamente.

Falando dos treinos, como já referi eram de enorme intensidade e eram no sentido de preparar o próximo jogo, o treinador via vídeos quando possível e estudava a equipa adversária, e pelo menos dois treinos semanais eram em função do adversário, desde de saídas de pressão, sistemas de jogo ou mesmo bolas paradas, isso era bastante útil depois na abordagem do jogo.

Em termos da nossa distrital, apesar de termos grandes jogadores penso que falta competitividade às equipas e isso é essencial, existem muitas equipas no distrito que participam por participar, é sempre bom participar como é óbvio mas falta-lhes talvez ambição, é necessário que as equipas tenham apoios suficientes para tentar “sonhar” em ir mais além, sei que é difícil ter-se esses apoios, pois faço parte da direção do Nisa Futsal Clube e sei a realidade que se vive em termos de clubes, por isso acho que as associações deviam de fazer algo mais, algo que fizesse com que os clubes não se extinguem, pois lembro-me de quando comecei a jogar futsal, só na cidade de Portalegre jogavam várias equipas, Reguengos, Portalegrense, Estrela, Alagoa, ESTG, Portus Alacer, e na época transata não existia nenhuma equipa a jogar na capital de distrito, e acho que quando isso acontece é porque algo não está certo. Mas também é de salientar que são raros os jogadores na nossa distrital que usufruem de pagamentos, a maioria joga por amor à camisola e isso hoje em dia é raro ver-se é de louvar essas atletas que semana após semana dão tudo pelo clube que representam e é de louvar também as equipas que apesar da situação financeira que se vive no país e dos gastos que ter uma equipa tem, que por sinal são bastantes, continuam de portas abertas e promover o desporto e o futsal no nosso distrito.


Que opinião tens sobre a reformulação das competições para esta época?
Acho ótimo, acho que um campeonato com apenas 12 jogos não é positivo para ninguém, era necessário fazer-se algo, e isto é um princípio, uma nova competição, mais jogos, é sempre bom. É de elogiar também o novo sistema das camadas jovens, onde além de se realizar o torneio de abertura e a taça da associação, iremos ter também um campeonato com 4 voltas, o que implica que se realizem mais jogos, o que é extremamente positivo nas formações, é importante desenvolver o desporto entre os mais novos, é necessário promover o futsal e com tantos poucos jogos vinha a ser complicado.


Que conselho(s) dás a quem ambiciona participar numa competição nacional?
O conselho que eu dou é que sejam ambiciosos, que nunca desistam dos objetivos e que se trabalharem bem o esforço será recompensado. Nunca baixar a cabeça e que praticam o desporto, seja ele futsal ou não, sempre com um sorriso na cara e de preferência que se divirtam a faze-lo pois isso é essencial.

Para terminar aproveito aqui para agradecer à instituição do Caldas Sport Clube, ao mister Gabriel Fernandes pela oportunidade que me deu e a todos envolvidos ao clube, tanto jogadores como dirigentes, que sempre me ajudaram. O meu sincero obrigado.

Um obrigado também ao senhor João Valente do Pixeis de Desporto, pelo convite e oportunidade de contar a minha experiência.